sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A chama "quase" apagada

A derrota para o Cruzeiro no Mineirão expôs de maneira explicita um grave problema da equipe do Grêmio. No meu modo de ver o mais grave de todos: a momentânea falta da Alma Tricolor.

A carência de um esquema tática efetivo (e eficaz), a falta de criatividade dos articuladores de jogadas, os infinitos erros de passes (acrescente neste quesito as rifadas de bola) e as finalizações equivocadas são problemas já conhecidos por todos. Mas jogar sem a verdadeira Alma do Grêmio é inaceitável.

Não é a primeira vez que o Espírito Tricolor não aparece em campo neste campeonato. Tem sido uma constante no segunda turno do Brasileirão. Embora, como sempre acreditamos na imortalidade e na volta por cima, engolimos e esquecemos quando ela não dá as caras em campo.

Mas a partida contra o Cruzeiro era diferente (e a diante do Palmeiras também será). Uma decisão disfarçada. E em momentos como este a Alma Gremista costuma sobrar. Entretanto falhou. E é isto que deve preocupar os gremistas. Gremistas acostumados e tarimbados, que sabem da história e da tradição deste clube, por isso ainda crentes no sucesso deste grupo de atletas.

Estamos na frente. Só dependemos de nossas próprias forças. Porém precisamos recuperar urgentemente nossa principal característica guerreira. Como bom gremista, logicamente ainda não joguei a toalha. Mas já a seguro somente pela etiqueta para que não escape de vez da minha mão.

Um comentário:

Alexandre Gonçalves disse...

Que a Alma Gremista se faço presente nesse domingo porque o meu "Espírito de Leão" já tá secando o Figueirense.