quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O Efeito Portaluppi


Tirando as teias de aranha do blog, depois de um longo período sem ter sobre o que escrever. Afinal, de que adiantaria tocar nos mesmos problemas já citados por todos? O segundo jogo diante do Santos na Copa do Brasil foi uma despedida. Lá o Grêmio deixou alguma coisa de bom futebol e murchou. A dúvida era quando ressurgiria das cinzas como Fênix. Esta resposta ainda não temos, mas os efeitos que a mudança de treinador e de direção de futebol podem causar deixam a maioria dos torcedores otimistas.
Precisou que Meira deixasse o cargo para que Alberto Guerra assumisse interinamente (ou não) para se falar em dispensa de jogadores. Fica evidente que Meira estava conivente com o cenário que se apresentava no vestiário gremista. Do contrário, já teria promovido tais mudanças antes. O receio da dispensa, que nunca é bom para o atleta, pode significar um choque importante no grupo de jogadores que ai estão.

Ou será que vem de Salvador o Salvador? Há tempos não se via tamanha balburdia com o anúncio de um novo técnico (apenas Mano Menezes recebeu a mesma atenção ao assumir o Brasil). É claro que não é simplesmente por isso que se comenta tanto. A chegada de um ídolo, mesmo que sem calçar chuteiras, causa frisson, inflama o torcedor, renova esperanças. Renato perdeu a cara do Grêmio durante os anos cariocas de sua vida. Mas o que importa? Afinal, sempre deixou claro que o coração é gremista. Este gremismo, esta fidelidade tão rara no futebol atual, é que realmente embui os torcedores de orgulho.

A chegada de Renato é combustível para torcedores , diretoria e para ele próprio, que realiza um sonho. O fundamental é que seja também para os atletas, os grandes culpados pelo fiasco apresentado até então no Brasileirão. O efeito que tudo isto vai causar veremos logo mais. E precisa ser rápido.

4 comentários:

Rayana Borba disse...

Confesso que já tinha desistido do Grêmio esse ano. Confesso que já não esperava mais nada. Mas a vinda de alguém que teve sua vida mudada e marcada pelo tricolor é a esperança de que tudo pode mudar. E já está mudando...

Gastão Cassel disse...

Podemos, agora sim, recuperar a mística da camisa tricolor, a "alma castelhana" o jeito gremista e ser. Se de quebra ainda voltarmos a alimentar este blog... aí vai ser show.
Abçs Mosqueteiros.

Carolina Wanzuita disse...

Ontem deu gosto de ouvir o jogo. Tudo estava diferente. Ou melhor, tudo estava como é pra ser...

Even Larissa disse...

entra?
http://www.onzemosqueteiros.blogspot.com/