domingo, 27 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O agora ou nunca no Serra Dourada

domingo, 20 de setembro de 2009
Foi dada a largada. Dá para acreditar.
Dificilmente o Grêmio vai encontrar outro adversário com tão poucas possibilidades técnicas quanto o Fluminense. A vitória por 5 x 1 foi como bater em bêbado (frase que cunho em desagravo ao Adilson). Se por um olhar técnico o jogo não disse muito para o tricolor gaúcho, pelo viés do cenário do campeonato, foi um jogo muito importante. É como se agora estivesse começando o certame para nós.Faltando 13 jogos para o fim do Brasileirão, temos o melhor ataque e o goleador (Quem diria? Jonas!) do campeonato, estamos em 5º lugar, muito próximos do G4 ou, na linguagem que mais nos interessa, da Libertadores 2010.
E afirmo que estamos mesmo no páreo e nem o 1º lugar está fora de cogitação. Nunca chegamos a esta altura das coisas com um plantel tão parelho e equilibrado, nas qualidades e limitações. E como disse na semana passada, nenhum clube tem muito mais do que o Grêmio em elenco ou esquema de jogo. Ninguém!
Uma vitória sobre o Goiás na semana que vem, lá no Serra Dourada pode abrir o caminho em definitivo para a ponta de cima.
Então acredito que estamos começando mesmo o campeonato. Que dá para chacoalhar este clima morno que nos acompanhou durante o ano e começar a acreditar, a se emocionar, a secar com mais vigor o que estão por perto, a projetar mais um feito do Imortal.
E aí temos que dar créditos para o Autuori, que definitivamente não tem a cara do Grêmio, mas está conduzindo a coisa pelo bom caminho.
A arrancada está começando. Podemos acreditar.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Terça Azul
Guerreiros de 1904domingo, 13 de setembro de 2009
Caveira exumada
A partida que marcou a exumação da caveira de burro que haviam enterrado em algum lugar, que impedia vitórias do Grêmio fora de casa não foi grande coisa, mas serviu para algumas reflexões sobre as perspectivas do Tricolor neste campeonato.
A primeira, e mais importante, é que o time que temos não é menos do que ninguém. Não há uma equipe sequer que mostre futebol e plantel muito superiores aos nossos. Longe de ter um futebol notável, o Grêmio tem capacidade de vencer qualquer um dos clubes que disputam o campeonato, sem exceção. Isto equivale a dizer que temos plenas condições de “tirar o atraso” e chegar com fôlego na parte de cima da tabela.
A segunda reflexão é sobre o plantel. Não é o que a gente sonha, é verdade, mas não é muito menos do que os concorrentes. Se não temos craques de primeira grandeza, temos um elenco “parelho” que dá conta de suprir o esquema tático neste certame longo em que suspensões e lesões ocorrem em todas as rodadas. Os reforços (Rochemback e Lúcio) se não agregam diferencial, mantém o nível da equipe.
Assim como não dá para confiar na genialidade de nenhum dos jogadores (talvez o Victor se salve), também não é justo crucificar nenhum deles. Com altos e baixos, é farinha do mesmo saco, com irregularidades parecidas e talentos semelhantes.
Por fim, a gente fica pensando o esquema tático. Tem funcionado, mas não é regular, apesar de ter uma lógica de movimentação mais ou menos sedimentada. Essa história de não ganhar fora, acho que era mais uma obra do acaso do que uma questão de futebol, pois o Grêmio não joga diferente em casa e fora.
O que mais me intriga é a uma contradição que não resolvi ainda, e que já falei aqui no blog: reconheço a capacidade do Autuori e lhe sou grato pelo que anda fazendo, mas não vejo no seu futebol o perfil copeiro e raçudo que fizeram a história do Grêmio. Inda durmo com uma pulga atrás da orelha.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Clube convoca Exército Gremista
Recolhi do blog azul, preto e branco um elenco de perguntas e respostas esclarecedoras para quem quiser participar. Parece que vale a pena, espacialmente para quem mora em Porto Alegre, mas até para os gremistas de além fronteira pode valer a pena.
Veja o hot-site da campanha AQUI.
Vamos ao FAQ:
O Exército Gremista é um projeto que visa ao estreitamento das relações clube/torcedor, com a promoção de ações de relacionamento. Para tanto, o projeto visa formar um cadastro atualizado da torcida Tricolor.
Todos os sócios, torcedores e simpatizantes do Grêmio, independente de sexo, idade ou localização.
Sim, toda criança poderá participar desde o nascimento.
Todos os sócios de qualquer categoria, para participar, terão que somente atualizar e/ou completar seus dados cadastrais e estarem com suas mensalidades em dia.
Para participar do projeto, o torcedor deverá efetuar um cadastramento no Grêmio.
A atualização do cadastro pode ser feita pelo site do Grêmio (www.gremio.net) no Portal do Associado, ou no Quadro Social do Grêmio.
O cadastro pode ser feito pelo site do Grêmio (www.gremio.net) na Página do Torcedor, ou na Central de Relacionamento no Estádio Olímpico.
É um cartão smart personalizado (com chip), que servirá como identidade do torcedor. Este cartão garantirá uma série de vantagens ao seu titular.
No ato da aquisição do cartão, o torcedor receberá um botom do Grêmio folheado em prata, simbolizando a adesão à campanha. Também terá direito a adquirir, com desconto especial, uma camiseta oficial Grêmio/Puma na Grêmio Mania do Olímpico ou na Loja Virtual. Outra vantagem é poder comprar ingressos para os jogos do Grêmio pela internet ou postos externos sem enfrentar filas.
Todo torcedor cadastrado (não associado) pode adquirir o cartão.
O custo do cartão é de R$ 5,00. Após este pagamento não é cobrada mensalidade, anuidade ou manutenção. O pagamento pode ser feito na Central de Relacionamento no Estádio Olímpico ou pela internet através de boleto bancário ou cartão de crédito.
Todo sócio com cadastro atualizado e pagamento em dia não necessita do cartão.
O cartão pode ser retirado junto com o botom na Central de Relacionamento no Estádio Olímpico, ou solicitar envio postal. Para envio postal, é cobrada uma taxa de R$ 5,00. Informe-se na Página do Torcedor no site do Grêmio (www.gremio.net).
Com o seu cartão você pode comprar pelo site do Grêmio (www.gremio.net), nas bilheterias do Olímpico ou em postos autorizados.
Não. Com o cartão você terá direito a comprar o ingresso com o mesmo preço de bilheteria.
Sim. Você pode comprar para cadeira lateral, cadeira central e arquibancada.
Nas compras pela internet, pode pagar com cartão de crédito ou débito. Nas bilheterias ou postos autorizados, somente em dinheiro.
Por utilizar seu cartão para a compra, ele já será seu ingresso. Ao adquirir o ingresso o cartão é carregado para poder liberar sua entrada nas catracas do Estádio Olímpico.
Não. O cartão dá direito apenas a comprar ingressos para jogos no Olímpico.
Não. O cartão não tem validade. Somente as crianças que têm o cartão de torcedor menor deverão trocar pelo cartão permanente quando completar 12 anos.
Basta atualizar seu cadastro no site do Grêmio (www.gremio.net) ou na Central de Relacionamento. A partir daí, receberá sem qualquer ônus seu novo cartão personalizado, seu botom e passará a participar de todas as promoções do Grêmio.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Tricolor baiano

Ana Paula Lima é filha de um ex-jogador gremista. O nome dele? Carlos André Avelino de Lima. Ela me adiantou que ele tinha jogado no Grêmio na década de 70 e que provavelmente eu não conhecia.
- Ele é conhecido como André Catimba.
Pronto! Peguei meu celular e mandei uma mensagem ao meu pai que estava em Joinville. Diz meu irmão que ele quase teve um treco ao descobrir que eu estava perto de um dos seus ídolos.
- Aquele foi o melhor time que o Grêmio já teve —, disse meu pai, algum tempo depois.
Eder, Tarciso, Iura, Vitor Hugo, Tadeu. Aquela seleção tinha sido formada para que o Grêmio levasse o caneco do Campeonato Gaúcho de 1977. Aliás, com a conquista daquele título, o Grêmio quebrou a hegemonia do Internacional.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Didi e Dedé
Todo ser humano comete erros. Certas vezes é a teimosia que fomenta equivocos. No caso do futebol, mais precisamente na administração de um clube, além da teimosia há também o problema da ignorância, fruto da inexperiência muitas vezes. A dupla Kroeff e Meira sempre deixa bem claro em suas entrevistas que qualquer contratação sempre é pensada dentro da realidade financeira do clube. Isto é salutar, correto e deveria ser regra em todos times do mundo. Alguns "tiros certos" acabam saindo pela culatra, como a contratação de Alex Mineiro por exemplo. Outras apostas dão certo, como Victor e Réver (aliás o primeiro merece uma estátua no Olímpico).
Mas o que dizer das trapalhadas? Já se tornou hábito na minha vida, ao ler uma notícia sobre a contratação de um determinado atleta pelo Grêmio, ficar com o pé atrás e comentar com os amigos mais próximos: "só acredito quando for apresentado e vestir a camisa Tricolor". Pois bem, nem assim é possível acreditar mais.
O Grêmio anunciou alguns dias atrás a contratação do meia canhoto Renato Cajá, ex-Juventude e que andava pelo Oriente Médio. Segundo algumas pessoas ligadas ao futebol, embora seja um jogador desconhecido do grande público, detém muito boa qualidade técnica, sobretudo em uma posição onde é cada vez mais raro encontrar atletas que façam a diferença.
Para a diretoria do Grêmio e o departamento jurídico estava tudo certo. Uma dívida do time árabe com a Ponte Preta (antigo clube de Renato) não iria prejudicar o negócio. Mas prejudicou. Uma trapalhada que, segundo os advogados do Grêmio, ainda pode ser resolvida, embora o atleta já tenha aparecido no Boletim Diário da CBF como atleta do clube de Campinas, e com contrato até dezembro de 2010. Mas Renato já foi apresentado para a imprensa e para torcida como jogador do Grêmio, e treina na Azenha inclusive. Lamentável.
Acontecimentos como este demonstram um amadorismo que deixa o torcedor desconfiado. A competência administrativa nos tempos atuais é tão ou mais importante que a competência tática e técnica.
domingo, 16 de agosto de 2009
Sentimentos contraditórios
Depois de um primeiro tempo sofrível, a evidente intervenção do treinador realocou o time em campo. Reorganizou o meio campo, reconstituiu as laterais e deu outra perspectiva tanto defensiva quanto ofensiva.
Certamente fazer isso com um elenco mediano não é fácil, tem que conhecer futebol profundamente.
Termino o domingo agradecendo por ter no meu Grêmio Autuori e Victor. Mas alimento neste final de tarde um sentimento contraditório com relação ao técnico: esse seu jeito de jogar não me parece o Grêmio, parece que é leve demais, com pouca pegada. Fico dividido. Talvez seja mal agradecido... Sei lá.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Tá feia a coisa!
Dizem que camisa ganha jogo. No caso do Grêmio, é a camisa adversária que faz jogar. Contra clubes grandes o Tricolor se mostra aguerrido, voluntarioso, brigador. Já diante de outros, de menos expressão no futebol nacional, a equipe se mostra apática, como ontem quando perdeu para o Barueri e fechou o primeiro turno do campeonato sem qualquer vitória fora de casa.
Não dormi durante a partida porque o amendoim e a cerveja não deixaram. Sobrou chutão pra cima (mais uma vez) e faltaram finalizações. Espero não ler ou ouvir que o Tcheco ainda serve para o Grêmio. Com um futebol ridículo, há meses vem deixando a desejar. Ontem, aos 47 minutos do segundo tempo, por causa de um puxão na camisa do adversário, levou o terceiro amarelo. O inteligente capitão não joga contra o Flamengo. Não joga também Souza, pelo mesmo motivo de suspensão.
Sem laterais, sem um bom atacante para fazer dupla com Maxi e sem um bom meia a Sulamericana é bem mais real que a Libertadores no calendário do clube em 2010.

