"Faça como os jogadores do Inter: assista a Libertadores pela Sportv".
terça-feira, 7 de abril de 2009
Merchandising
"Faça como os jogadores do Inter: assista a Libertadores pela Sportv".
Será?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Que seja um metafísico!
O Grêmio tem um time modesto. Há anos compra jogadores baratos e, em algumas vezes que resolveu abrir a mão, comprou errado. Coisas do futebol. Como também é do futebol o fato de que alguns de nossos mais valorosos títulos foram vencidos com times modestos, com jogadores cujos nomes foram virtualmente cobertos pela poeira do tempo. Os times modestos e vencedores eram impulsionados pela mítica da alma castelhana. O velho Grêmio de resultados e jogo feio, de vitória e chutões, de minguados um a zero e taça no armário.
Nos últimos anos a inanição tricolor tem se dado pela falta deste componente mítico, metafísico, que já nos fez vencer o invencível e angariar a fama de imortais. Por que? Porque, desde a saída de Mano Menezes, ninguém injetou esta cultura aguerrida no vestiário. Vagner Mancini nem teve tempo de mostrar ao que veio e este que não se deve repetir o nome, implantou o reino da desculpa. Um racionalismo fajuto, um conhecimento de almanaque, que suprime a gana de vencer e a vontade de lutar.
Daqui algumas horas, teremos um novo treinador. Que seja alguém capaz de restaurar a alma castelhana do time. O plantel é modesto, já disse, mas há gente guerreira lá. O Herrera, por exemplo, não é este molenga que temos visto. Este menino Adilson, já mostrou que tem DNA tricolor. Mas não vou me estender em exemplos. Dá para fazer este elenco render, afirmo.
Precisamos de um técnico com sangue nas veias, com vontade de vencer, que não se desculpe, que se envergonhe com derrotas, que se indigne com corpo mole, que faça o time jogar com o que tem e como pode. Um técnico que vença, que entenda o Grêmio e sua metafísica.
Se o time brigar de verdade a gente aplaude, até perdendo. Já cantamos o nosso hino cheio de tristeza e lágrimas exaltando, mesmo na derrota, o espírito guerreiro. Mas não admitimos desculpas e elucubrações derrotistas.
Agora é a Libertadores. O nosso habitat, a nossa copa. A mítica tricolor está no seu terreno preferido, só precisamos de quem a faça brotar e crescer.
Alívio
- Posso falar com o Celso Roth?
- O Celso não está. Ele não é mais mais treinador do Grêmio.
Ele agradece e sai, tão de mansinho quanto chegou. No dia seguinte, aparece de novo. Vai até o mesmo segurança e repete a pergunta.
- O Celso Roth está?
- Não. Ele não está mais treinando o Grêmio.
Diz obrigado, vai embora, caminhando. Volta mais uma vez no dia seguinte, como quem cumpre um ritual.
- O Celso Roth?
- Mas eu já te disse que ele não é mais treinador do Grêmio!
- Desculpa, mas é que é tão bom ouvir isso...
domingo, 5 de abril de 2009
Inter comemora com Celso Roth e Gabirú
O problema é que a diretoria do Grêmio ouve a torcida adversária e ignora o pedido dos tricolores que rogam desesperadamente a demissão do treinador. É incompreensível, inaceitável, inexplicável.
Celso Roth deve estar feliz, pois livrou-se do Gauchão que tanto menospreza. Agora só resta a Libertadores, que não é pouco, mas parece ser muito mais do que o time que não vence grenais possa alcançar.
Este texto foi escrito logo após o jogo e, embora as equipes de rádio especulassem a demissão de Roth, o presidente Duda repetia nos microfones que “não muda nada”. Adoraria ver este desabafo caducar rapidamente. Falam de Geninho, Renato, Espinosa. Qualquer um é melhor do que Roth.
Mas parece que contentar os outros do ano do seu centenário é a medida do momento. Até um simpático aviãozinho sobrevoou a festa deles com uma faixa que dizia “100 anos do Inter. Saudações Tricolores”. Aliás destaque-se que os grandes astros das comemorações deles foram o grande craque Gabirú e Celso Roth.
O dia começou lindo e está terminando com chuva, cinzento.
Ouço o GREnal pela Gaúcha, na Internet.
Passei uns tempos distante das notícias do Grêmio.
Voltei hoje.
19': Gooooool!!!Tricolor abre o placar de pênalti.
O professor Ruy Carlos Ostermann comenta:
"Agora vem o inevitável, o Inter vai pra cima".
Sim, professor, também é inevitável o coração acelerar agora.
Ainda mais no centenário do adversário.
Volto no final do jogo.
Agora é rezar!
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Mais uma vez
Não podemos perder outra piada
O que espero, do fundo do meu coração ainda pulsante, é que o o nosso treinador escale os titulares, a gente perca (jamais pensei que poderia torcer por isso, mas são coisas que o Roth tem feito com nos torcedores) por 1 a 0 e o meu conterrâneo seja demitido.
Ainda no domingo, o nosso presidente (noffa!) anuncia o Renato e fica tudo bem. O Portalupi chega na segunda-feira à tarde e, na entrevista antes do primeiro treino, diz: "Pra vencer esse Aurora não precisa nem treinar. Vou só conversar com o pessoal e pegar umas dicas de novas churrascarias." Além do bom futebol, o bom humor também vai voltar ao Olímpico.