segunda-feira, 6 de abril de 2009

Fim

Ele se foi. Acabou uma era em que as derrotas sempre tinham justificativa e as vitórias um porém.

domingo, 5 de abril de 2009

Inter comemora com Celso Roth e Gabirú

Quando o locutor do estádio recitou as escalações dos times para o Grenal, o nome mais aplaudido foi o de Celso Roth. Claro que a maioria dos presentes vestia vermelho e sabe que o técnico do Grêmio é o seu melhor aliado.Não venceu nenhum dos sete grenais em que comandou o tricolor. Coerentes do começo ao fim, os torcedores colorados, logo que seu time virou o placar, pediram: “Fica Celso Roth”.
O problema é que a diretoria do Grêmio ouve a torcida adversária e ignora o pedido dos tricolores que rogam desesperadamente a demissão do treinador. É incompreensível, inaceitável, inexplicável.
Celso Roth deve estar feliz, pois livrou-se do Gauchão que tanto menospreza. Agora só resta a Libertadores, que não é pouco, mas parece ser muito mais do que o time que não vence grenais possa alcançar.
Este texto foi escrito logo após o jogo e, embora as equipes de rádio especulassem a demissão de Roth, o presidente Duda repetia nos microfones que “não muda nada”. Adoraria ver este desabafo caducar rapidamente. Falam de Geninho, Renato, Espinosa. Qualquer um é melhor do que Roth.
Mas parece que contentar os outros do ano do seu centenário é a medida do momento. Até um simpático aviãozinho sobrevoou a festa deles com uma faixa que dizia “100 anos do Inter. Saudações Tricolores”. Aliás destaque-se que os grandes astros das comemorações deles foram o grande craque Gabirú e Celso Roth.
Reza fraca, desculpem.
Trindade, Florianópolis. Tarde de domingo.
O dia começou lindo e está terminando com chuva, cinzento.
Ouço o GREnal pela Gaúcha, na Internet.

Passei uns tempos distante das notícias do Grêmio.

Voltei hoje.
19': Gooooool!!!Tricolor abre o placar de pênalti.
O professor Ruy Carlos Ostermann comenta:
"Agora vem o inevitável, o Inter vai pra cima".

Sim, professor, também é inevitável o coração acelerar agora.
Ainda mais no centenário do adversário.

Volto no final do jogo.
Agora é rezar!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mais uma vez

Quantos vexames são necessários para se esgotar o crédito de Celso Roth com a direção gremista? Se eu soubesse, calcularia o prazo pela média atual e pararia de acompanhar as notícias do clube nesse período. Como um exilado político tentando esquecer o ditador estabanado que comanda seu país.

Claro que, junto com as milhares de vozes que pedem a cabeça do limitado treinador, a gente vê por aí meia-dúzia de "pragmáticos". É gente que se faz de ponderada para parecer inteligente. Eles dizem que não existe ninguém melhor no mercado, que trocar de treinador agora é jogar a Libertadores fora e começar a pensar no Brasileiro.

Demitir Celso Roth não significa desistir da Libertadores. Não significou para o São Paulo, quando precisou substituir o Leão e trouxe Paulo Autuori. O importante é o nosso querido presidente saber achar o Autuori da vez - quem sabe o próprio. Roth chegou a seu teto e a prova disso que é não pára de dar cabeçada.

Não podemos perder outra piada

Depois de o Inter ter roubado aquela Libertadores de 2006, perdemos a piada do "Intermunicipal" e "Interestadual". Então precisamos jogar o Grenal de domingo com os titulares. Com os reservas, corremos o risco de tomar uns 10 e, aí, até o "O primeiro Grenal a gente não esquece" também vai por água abaixo.

O que espero, do fundo do meu coração ainda pulsante, é que o o nosso treinador escale os titulares, a gente perca (jamais pensei que poderia torcer por isso, mas são coisas que o Roth tem feito com nos torcedores) por 1 a 0 e o meu conterrâneo seja demitido. 

Ainda no domingo, o nosso presidente (noffa!) anuncia o Renato e fica tudo bem. O Portalupi chega na segunda-feira à tarde e, na entrevista antes do primeiro treino, diz: "Pra vencer esse Aurora não precisa nem treinar. Vou só conversar com o pessoal e pegar umas dicas de novas churrascarias." Além do bom futebol, o bom humor também vai voltar ao Olímpico.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Para Roth, Douglas Costa "não sabe m... nenhuma"

Paula Santana mostra sua indignação com a postura truculenta de Celso Roth, que insiste em preterir o talentoso menino Douglas Costa. Vale a pena rodar o videozinho aí embaixo.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Síndrome de avestruz

Para se esconder dos perigos, o avestruz enterra a cabeça na areia e assim, sem ver a ameaça, se acha imune a ela, mesmo tendo o seu enorme e desengonçado corpo totalmente exposto. Qualquer semelhança com a situação do Grêmio, não é coincidência. O tricolor jogou três partidas na Libertadores contra times medíocres. Empatou uma em casa e venceu duas fora, por obra de gols salvadores de bola parada.

Olhando a tabela de classificação está tudo lindo. Líder do grupo com a classificação encaminhada. Mas olhando para dentro de campo a situação é de arrepiar. O esquema de jogo é maçante e a ineficiência do ataque escandalosa. A superioridade técnica salta aos olhos, mas não se reverte em resultados. “Quase gol” não vai para a súmula e não soma pontos.

Passada a tempestade das derrotas sucessivas nos grenais a direção do clube, o técnico e a própria imprensa parece que decretaram que está tudo bem. Que não há problemas, já que o time está ganhando. Mas imaginem este futebol pouquinho e repetitivo enfrentando qualquer um dos times brasileiros, para não falar do fantasma do Boca. Ninguém em sã consciência emite prognóstico otimista.

O plantel do clube não é ruim. Talvez seja, dentro das nossas possibilidades, o melhor dos últimos anos. A iniqüidade é tática! O seu Celso já mostrou que não tem estatura para disputar um campeonato continental. Ele é um cara que perde para o Avenida de Santa Cruz, que empata com a Ulbra e acha normal perder grenais. Tudo é normal para ele.

A substituição da comissão técnica é urgente. A atual já se mostrou incapaz de motivar os jogadores, de coesionar o grupo, de arrancar resultados, de acender a chama da alma castelhana.

Tudo que se diga em defesa da não substituição de Roth é discurso vazio e politiqueiro. A verdade é que a coisa não está bem. Se continuarmos com nossa cabeça enterrada ela, mais cedo ou mais tarde vai ser cortada. E, pelo menos para a torcida, vai doer muito.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Simples assim...

A diretoria do Grêmio precisa fazer uma escolha: ganhar algum título ou sustentar o Celso Roth.
Não fosse o frango ridículo do goleiro, o tricolor teria empatado com o fraquíssimo Aurora, que tem no chutão do goleiro para o ataque a sua jogada mais inteligente.

Ainda não consegui uma frase para dizer o que fazem lá na frente o Alex Mineiro e o Jonas-quase-gol. Quando eu entender, prometo que posto aqui.

Uma pergunta para terminar. O Grêmio joga mal no Gauchão porque prioriza a Libertadores. E porque joga mal na Libertadores?
Respondam diretores. Responda Roth.

Sem "cocha" bamba

Esta talvez seja a Libertadores mais equilibrada dos últimos anos. Digo isso embasado nos números da classificação de cada grupo, e no desempenho em campo das equipes cujos jogos pude assistir até agora. São cada vez mais raras aquelas goleadas varzeanas de brasileiros e argentinos sobre venezuelanos e bolivianos. Passou a ser frequente a presença de equipes de países "periféricos" nas fases finais da competição (Once Caldas, LDU...).

Se o grau de dificuldade aumenta, o nível de exigência também precisa crescer, no mínimo, proporcionalmente. Diante do Aurora, o Grêmio pode fugir definitivamente (será?) do calvário, deixando para trás derrotas por motivos técnicos (ou "do técnico") e projetar um futuro a curto e médio prazo com mais traquilidade, sem deixar a peteca cair e com o selo Grêmio de Qualidade.

O Tricolor chega a sua terceira partida na L.A. 2009 com todo fôlego, apesar do ar rarefeito, dependendo apenas de si para ser o líder do seu grupo no final da primeira fase. Os dois jogos anteriores já serviram para tarimbar, mesmo que em parte, os atletas mais "verdes". Embora os grandes testes ainda estejam por vir. Diante dos bolivianos hoje a noite, não há desculpas de gramado ruim, de pressão da torcida adversária, de altitude ou de adversário extremamente qualificado.

O Grêmio é time acostumado com tudo isso. Não vai tremer agora. Não pode tremer!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Perguntinhas para o fim de semana










Cadê o Tcheco, que há horas não joga?

O que está havendo com a nossa defesa, que já foi a melhor do país?

Onde esconderam o futebol do Alex Mineiro?

No Olímpico, não treinam conclusão a gol?

Quem ensinou o Jonas a chutar?

Porque o Grêmio insiste em dar chutões diretos da defesa para o ataque?

Souza é ou não o melhor do time?

Não será hora de compor o ataque com Herrera e Jonas?

O que esperar de Maxi Lopes?

Com três jogos do Gauchão antes da próxima rodada da Libertadores, não seria o momento ideal para estrear um novo técnico?

Porque Celso Roth se refere à torcida como “eles, os gremistas”? Será que ele saiu do armário e quer assumir que torce pro co-irmão?